quinta-feira, 20 de junho de 2013

21 dias na vida de um lider- 1º. capitulo



LIVRO;    21 DIAS NA VIDA DE UM LIDER DE CÉLULA

1 –CONSAGRAÇÃO E EDIFICAÇÃO

É possível sermos líderes sem consagração ou com uma consagração parcial. O problema é que não temos os resultados de vida e frutificação. Não basta fazer um trabalho, Deus quer que sejamos consagrados ao Seu mover.
Isso não significa deixar de trabalhar, abandonar a família ou algo parecido. Significa que, quando houver um conflito, a obra de Deus terá prioridade.
No texto que lemos em Ageu, a pergunta de Deus é clara: "É tempo de habitardes vós em casas apaineladas, enquanto esta casa permanece em ruínas?" A Casa de Deus hoje não é um prédio, mas é a reunião dos seus filhos. Quando desprezamos a Casa de Deus colhemos alguns resultados. Esse é o retrato, descrito pelo profeta Ageu, de uma liderança que ama mais a própria casa do que a Casa de Deus.

1. Semeamos muito e colhemos pouco
Ageu diz: "Tendes semeado muito e recolhido pouco; e o que recebe salário, recebe-o para pô-lo num saquitel furado". Tudo isso acontece com os que não se importam com a Casa de Deus.
Há um senso de frustração pelo trabalho feito com pouco ou nenhum resultado. Parece que nos desgastamos muito e não vemos prosperidade alguma. O nosso salário parece ter sido colocado em um bolso furado.
Por outro lado, Deus abençoa sempre aqueles que possuem encargo pela Sua Casa. Baseado nesse texto, posso afirmar que líderes de célula consagrados sempre prosperam. E isso é um paradoxo. Eles abrem mão do dinheiro para fazer a obra de Deus, mas, como resultado, eles recebem muito mais do que haviam renunciado.

2. Comemos, mas não nos fartamos
Uma das características mais perceptíveis de algumas igrejas é a insatisfação quase generalizada dos membros. Não se sentem alimentados e nem supridos. Porque o Senhor diz que, onde não há consagração à Casa de Deus, as pessoas até comem, mas nunca se sentem satisfeitas. Ageu diz: "Vocês comem, mas não chega para se fartarem; bebem, mas não dá para se saciarem; vestem-se, mas ninguém se aquece".
A bênção de Deus está no Seu propósito. Quando nos consagramos a esse propósito eterno, desfrutamos daquela santa sensação de plenitude e contentamento. O propósito de Deus é ter a Sua Igreja. Se você se consagrar para cooperar com Deus nesse santo desígnio, você experimentará incompreensão e até perseguição de homens, mas terá sempre a confirmação do céu. A confirmação e o selo de Deus trazem a sensação de satisfação interior.

3. Não temos a chuva e nem o orvalho do céu
O profeta Ageu foi claro quando disse: "Que os céus sobre vós retêm o seu orvalho, e a terra, os seus frutos por causa da minha casa, que permanece em ruínas, ao passo que cada um de vós corre por causa de sua própria casa". Líderes consagrados têm sempre o refrigério do orvalho de Deus sobre eles.
No livro de Êxodo, lemos que o maná vinha com o orvalho do céu (Êx 16.14). Sabemos que o maná era apenas um símbolo da Palavra viva do Senhor (Dt 8.3). O orvalho nos fala do refrigério e do pão do céu. A Palavra de Deus nos é fartamente liberada quando há consagração à Casa de Deus.
Sei de pastores que acordam aos domingos cheios de angústia porque nunca têm uma palavra fresca para liberar à igreja. Há líderes de célula que vivem em uma grande sequidão. Por que isso acontece? Deus tem retido o orvalho do céu que traz o maná, porque não há consagração à Sua Casa. Há líderes que dirigem cultos, mas não preenchem o que resta das aflições de Cristo a favor do Seu Corpo, que é a Igreja" (Cl 1.24).
Se o Senhor era zeloso com a Sua Casa no Velho Testamento, imagine hoje! Mas a maioria das pessoas reputa a Igreja, a Casa de Deus, como nada e até desprezam a sua edificação. Sabemos que nem todos estão aqui para serem edificadores, mas os líderes de célula são cooperadores fundamentais nessa obra e a consagração de cada um liberará sobre nossos grupos o orvalho do céu.

4. Não colhemos frutos
O Senhor é muito claro no texto de Ageu: "A terra retém os seus frutos por causa da minha casa, que permanece em ruínas, enquanto cada um de vós corre por causa de sua própria casa". Aqui descobrimos um dos grandes segredos da frutificação. Se a condição da Casa de Deus hoje provoca em nós zelos, então a terra liberará os seus frutos (Jo 2.17). Lembre-se sempre que a Casa de Deus não é um prédio de reunião que muitos chamam de templo, a Casa de Deus hoje somos nós. Edificar a Casa de Deus é edificar a Sua Igreja, os irmãos.
O segredo da multiplicação e do crescimento é a consagração. Líderes consagrados multiplicam suas células. Pastores consagrados levam suas igrejas a avançar. Isso acontece simplesmente porque aquele que se consagra não mede esforços, não conta o tempo de trabalho e nem se limita como instrumento nas mãos de Deus. Ele sabe que a consagração pode implicar em sacrifício. Líderes verdadeiros sabem que eles somente colherão vidas se eles próprios colocarem a própria vida no altar da consagração.
Fico pensando no dia do Tribunal de Cristo quando todos os crentes deverão comparecer. O que dirão aqueles que nunca se consagraram? Eles dirão ao Senhor como sua casa foi bem cuidada e como seus filhos cresceram como boas pessoas. Mas o Senhor certamente lhes responderá: "Parabéns pela sua casa, mas e a Minha Casa, o que você fez por ela?" A nossa casa é temporária, mas a Casa do Senhor é eterna.
Ouvi contar a história de um missionário americano do início do século XX. Depois de casado, ele respondeu a um chamado de Deus de ir para a África, mas decidiu ir antes de sua família para preparar uma casa. No entanto, de uma forma inesperada, ele morreu de malária depois de seis meses. Sua esposa e o seu filho sofreram todo tipo de privação e dificuldade depois da morte dele.
Quando o filho do missionário cresceu, todos imaginavam que ele seria alguém revoltado com a obra de Deus porque seu pai havia abandonado a ele e sua mãe por causa de sua consagração. Mas qual não foi a surpresa de todos quando ele decidiu também ir para o seminário e se tornar um missionário como seu pai. Alguém lhe perguntou: "Como você deseja ser um missionário mesmo tendo sofrido tanto pela falta de seu pai?" A sua resposta foi contundente: "Se meu pai achou que valia a pena abandonar a mim e minha mãe para fazer essa obra, ela deve ser realmente importante; então, eu preciso me envolver nela também".


Se os apóstolos não tivessem sido totalmente íntegros e corretos, se tivessem feito concessões, não teriam tido sofrimento. Não há perseguição quando há concessões. Hoje, fazemos concessões para ficarmos bem com todo mundo. Não queremos ser chamados de desequilibrados, radicais ou extremistas e, por isso, fazemos concessões. Mas, quando fazemos concessões, abrimos mão da consagração absoluta.
Toda pessoa consagrada é tida como radical. Toda pessoa consagrada atrai resistências. A atitude da pessoa consagrada confronta e incomoda. Um líder sem consagração é alguém que apenas ocupa um cargo, mas não realiza a obra de Deus.
A completa consagração dos apóstolos ao propósito de Deus foi o que lhes trouxe problemas. Teria sido possível para eles amarem e servirem ao Senhor sem passar por nenhum sofrimento? Sim, eles simplesmente não deveriam ter se consagrado tão radicalmente. A que eles se consagraram? "Agora, me regozijo nos meus sofrimentos por vós; e preencho o que resta das aflições de Cristo, na minha carne, a favor do seu corpo, que é a igreja" (Cl 1.24). Paulo se consagrava à Igreja, ao Corpo de Cristo. Observe que ele não disse sofrer simplesmente por causa de Cristo, mas também por causa da Igreja, da obra de Deus; ele sofria em favor do Corpo de Cristo.
Consagrar-se é devotar-se, dedicar-se. A devoção e dedicação de Paulo aos irmãos era tão grande que ele dizia sofrer dores de parto até Cristo ser formado neles (Gl 4.19). O que precisamos hoje são líderes consagrados à Casa de Deus e ao Seu propósito nesta geração. Precisamos de líderes de célula com uma consagração absoluta. Se tivermos tais líderes, essa geração será tocada pelo poder de Deus e edificaremos uma obra prevalecente.

Somente há edificação onde há consagração
Não conseguimos realizar nenhuma obra consistente de edificação se a nossa consagração for inconsistente. Quando nos consagramos totalmente, os irmãos nos reprovam. Eles gostariam que fôssemos mais condescendentes no serviço da igreja, mais moderados e menos radicais na visão de edificação.
Qual é a célula que cresce? Aquela em que o líder se consagra a ela. Qual é a igreja que cresce? Aquela em que o pastor se consagra a ela. A maioria nos apoiará se fizermos concessões em nosso serviço, contudo, se formos totalmente íntegros e consagrados, os apoios diminuirão e as resistências aumentarão. Se nos consagrarmos no mesmo nível dos apóstolos vamos ter o mesmo tipo de perseguição e luta que eles tiveram. O mundo é o mesmo, a nossa consagração é que não é mais a mesma. Qual é o seu nível de consagração como líder de célula? Até que ponto vai a sua dedicação ao propósito de Deus? Volto a repetir: consagração é diferente de santificação, A santificação é subjetiva e está relacionada com a nossa vida moral, mas a consagração está relacionada com a Casa de Deus. Quem se consagra o faz para servir, trabalhar, se envolver. O que nos falta hoje é uma geração consagrada ao propósito de Deus.
A CONSAGRAÇÃO À CASA DE DEUS
As pessoas vivem dizendo que não devemos participar de tantas reuniões, antes devemos cuidar da nossa casa. Todos já ouvimos aquela afirmação, que de tão repetida todos supõem ser bíblica: "Em primeiro lugar Deus, depois a família, depois a profissão e só depois a Igreja". Alguns mais piedosos colocam a igreja antes do trabalho, mas quem ousaria se consagrar ao ponto de colocar Deus e Sua Casa em primeiro lugar?
Ainda que tenha um tom de consenso e uma aparência de sabedoria, esse princípio não está na Palavra de Deus. Quem inventou essa seqüência não tinha um coração consagrado a Deus. Não tinha encargo pelas coisas de Deus.
Sei que eles estão bem intencionados. Afinal ninguém pode abandonar sua família. Mas precisamos perguntar: "Qual casa é mais importante, a de Deus ou a nossa?" Isso é uma questão de consagração. Sei que é extremo o que vou dizer, mas a maioria dos líderes sacrifica a Casa de Deus em favor da sua, em vez de sacrificarem a sua casa em favor da Casa de Deus.
Fico pensando nos missionários que vieram para pregar aqui no Brasil. Eles vieram da Inglaterra Estados Unidos e Escócia em um tempo em que esses países já eram desenvolvidos. Esses homens tiveram de renunciar a muitas coisas para se embrenhar aqui no meio do mato. Nem consigo imaginar homens assim pensando que não poderiam vir, pois a obra missionária poderia destruir sua família e afinal a família era sua prioridade. Esses homens eram completamente consagrados ao propósito de Deus. A obra de Deus era prioridade completa para eles. Alguém pode replicar dizendo que eles eram missionários e nós não. Mas isso apenas mostra que não estamos no mesmo espírito de consagração que eles.
O famoso missionário inglês Charles Studd foi enviado como missionário para a África e deixou sua esposa na Inglaterra para levantar fundos. Eles se encontravam algumas vezes por ano por causa da dificuldade de transporte daquela época. Um arranjo assim seria visto hoje como completa loucura. Mas eram um casal radicalmente consagrado à obra do Senhor.
Para alguns, o que estou falando é uma completa heresia. A verdade é que muitos pastores possuem uma família maravilhosa, no entanto, qual é o estado da igreja que eles dirigem? O mesmo pode ser dito de um líder de célula. Ele pode possuir uma família exemplar, mas e a célula dele?
Se nossa consagração for total, até mesmo nossos filhos e esposas se levantarão para se opor contra nós. Seus filhos o acusarão de amar mais a Igreja do que a eles, sua esposa o acusará de se dedicar mais à Casa de Deus do que a ela. Quantos estão dispostos a se consagrarem ao ponto de responderem essas acusações dizendo quem de fato é o primeiro?
Alguns podem replicar que são consagrados a Deus e não à Igreja. Mas como ser consagrado ao Cabeça e não ser ao Corpo? Como dizer que o Senhor está separado da Sua Igreja se ensinamos que aquele que se une ao Senhor torna-se um espírito com Ele? (I Co 6.17).
Foi para Saulo que o Senhor perguntou: "Por que me persegues?". Saulo não estava perseguindo a Jesus. Ele nem sabia quem era Jesus. Mas, ao perseguir a Igreja, ele estava na verdade perseguindo o Senhor. Quando nos consagramos à Igreja, estamos nos consagrando ao Senhor.
Não estou sugerindo que devamos ser negligentes com a nossa família. Evidentemente precisamos fazer o melhor para cuidar de nossa casa, mas precisamos também estar claros sobre o nível de nossa consagração. Se cuidarmos adequadamente da Casa de Deus, a nossa casa perderá em alguma medida e em algum momento. E se cuidarmos muito de nossa casa, a Casa de Deus sofrerá. Um líder que não se consagra realmente à obra de edificação de sua célula não fará uma obra prevalecente. Um líder de célula que apenas dirige um culto em uma quarta feira não é realmente consagrado. A consagração de um líder precisa ir muito além disso.
Alguém me disse que não poderia se envolver na liderança da igreja porque nossa igreja é desequilibrada e a prioridade dele era cuidar dos filhos. Tal pessoa não segue o caminho da consagração. Ela pode ter uma vida pura e santa, mas certamente não é consagrado ao Senhor, pois o padrão de Deus é: "Buscai, pois, em primeiro lugar, o seu Reino e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas" (Mt 6.33). Você precisa definir o que é o Reino de Deus, pois o Senhor disse que devemos buscá-lo em primeiro lugar. Se o Reino significa apenas entrar no quarto para orar e manter uma vida santa, então por que o Senhor está edificando uma Igreja na Terra? Não há como negar que a Igreja e o Reino hoje se misturam de uma forma que não temos como separá-los.
Antes de nos consagrarmos, não temos muitos problemas com família, estudo e trabalho. Mas, uma vez que nos consagramos, encontramos problemas. Antes éramos tidos como bons filhos, bons maridos, mas a nossa dedicação e consagração à obra de Deus sempre nos trazem aborrecimentos.
Mas isso é inevitável, porque Jesus disse que "Se alguém vem a mim e não aborrece a seu pai, e mãe, e mulher, e filhos, e irmãos, e irmãs e ainda a sua própria vida, não pode ser meu discípulo, e qualquer que não tomar a sua cruz e vier após mim não pode ser meu discípulo" (Lc 14.26,27).
A verdadeira consagração implicará em renúncia e também em aborrecer e contrariar muitas pessoas importantes para nós. Quantos estão contrariados pelo tempo que gastamos com a igreja! Muitos nos acusam de termos esquecido a família e os parentes por causa da igreja. Observe que eles ficam até felizes quando vivemos em santidade, até elogiam nosso bom comportamento, mas, quando nos consagramos à obra, o inferno inteiro se levanta. Isso acontece porque líderes consagrados são uma grande ameaça contra o diabo. Líderes consagrados são uma arma poderosa nas mãos de Deus. A Igreja do Senhor nada fará nesta geração a menos que muitos líderes se levantem com um nível de consagração tal que se disponham a sofrer qualquer coisa por amor à obra de Deus.
Precisamos urgentemente de gente dedicada. Um jardim capinado todos os dias certamente será lindo. O mesmo se aplica a uma empresa, carreira e estudo. Muito mais ainda se aplica à Casa de Deus. Uma célula cuidada todos os dias certamente será prevalecente.
O crescimento da Igreja é fruto de consagração. Onde há crescimento é porque há pessoas dedicadas e consagradas o suficiente para pagar o preço que for necessário.
Não estou dizendo que devemos abandonar nossa família ou estudo. Estou dizendo que, quando houver um conflito entre a nossa casa e a Casa de Deus, precisamos definir quem terá prioridade. Nesse momento, teremos o retrato da nossa liderança. Só conhecemos a consagração de alguém no dia do conflito entre a Casa de Deus e a sua casa.
Precisamos nos perguntar continuamente: "quem tem a prioridade em nosso íntimo?". Qual é a nossa ocupação principal? Consideramos a obra do Senhor em primeiro lugar ou em segundo? Se queremos fazer uma obra comum, qualquer resposta serve, mas, se quisermos fazer a diferença e edificar algo prevalecente, é preciso haver consagração completa e radical.


1º. DIA – CONSAGRAÇÃO E EDIFICAÇÃO
Texto: Ageu 1.1-10

INTRODUÇÃO
Se desejamos edificar uma obra prevalecente com células que se multiplicam, precisamos de líderes consagrados. Todos os nossos problemas, dificuldades e sofrimentos relacionam-se com a consagração. Quanto mais sossego e conforto desejamos, menos consagrados precisamos ser.
Os transtornos e problemas resultam de nossa consagração. Se nos consagramos para a obra de Deus, sofreremos pressões, angústias, deslealdades, dificuldades financeiras e até perseguições. Se não queremos sofrimento, basta não nos consagrarmos. Desastres naturais e calamidades são a porção de todos os homens, mas aqueles que se consagram entram nas batalhas espirituais deliberadamente com um espírito resoluto.
O mundo gosta de crentes santos e agradáveis, mas odeia líderes consagrados. Se o mundo não nos causa problemas hoje é porque não somos tão consagrados quanto deveríamos. O mundo perseguiu os apóstolos e deveria nos perseguir também. O mundo é o mesmo, nós é que temos sido menos consagrados.

santidade e consagração
A santidade está relacionada com a nossa conduta, nossa vida moral e nossas escolhas, mas a consagração está relacionada com a nossa dedicação a algo. Ser consagrado significa ser dedicado exclusivamente. Nós podemos nos consagrar a Deus como podemos nos consagrar a uma carreira profissional ou a um esporte ou arte. Consagrar-se é o mesmo que dedicar-se.
A maioria das pessoas se preocupa com santidade e isso é muito bom, mas essas mesmas pessoas não se importam com a consagração. Na verdade, até reprovam quando alguém é completamente consagrado à obra.
Pessoas santas não incomodam o inferno, mas pessoas consagradas são um grande problema para o diabo. Não estou dizendo que a santidade não seja importante, muito pelo contrário; apenas quero mostrar que há muitos crentes que vivem uma vida santa, mas que não representam uma ameaça ao inferno, pois vivem a santidade deles fechados nos prédios das igrejas. O mundo até admira pessoas íntegras e santas, mas persegue e mata os consagrados. Evidentemente, ter santidade é fundamental; mas, sem consagração, a obra de Jesus não avança. A consagração resulta em santidade, mas pessoas santas nem sempre são consagradas à obra de Deus.
Em nossa vida, não podemos nos consagrar a muitas coisas. Precisamos definir claramente a que consagraremos nossa vida. Quem se consagra a Deus não o faz de maneira subjetiva, aquele que se consagra o faz à Casa de Deus, à obra de Deus. Somente pessoas consagradas realizam algo significante para o Reino de Deus. Há pessoas que fazem coisas, mas poucas são realmente consagradas. Na igreja, há pessoas que querem ajudar, mas não há muitas realmente consagradas.


                                             ICV                                                                             ICV                                                                                        ICV


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SANTA CONVOCAÇÃO


NA VIDA DE UM LÍDER DE CÉLULA

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