quinta-feira, 20 de junho de 2013

5º. O homem que Deus usa.



 Comentário

O mundo faz teste de inteligência, mas Deus faz teste de fé, de amor.
O mundo valoriza os ricos, mas Deus usa os pobres e faz que Cristo seja a nossa riqueza. O mundo valoriza os heróis, os vence­dores, os campeões, mas Deus escolhe os últimos para fazer deles os primeiros pelo Seu poder. O mundo valoriza os famosos, bonitos e poderosos; mas Deus somente usa aqueles que são poderosos unicamente em Deus e que são ilustres desconhecidos.
Se você não mudar a sua forma de pensar e passar a ver sob a ótica de Deus, você não terá como ser usado por Ele. E, se tentar liderar na Casa de Deus, trará para cá conceitos do mundo con­taminando a Sua obra. Os conceitos do mundo procedem do ego. O inimigo usa o nosso ego como aliado para produzir pressões espirituais ou mesmo para criar conceitos errados em nossa mente, que, no final, podem nos levar a ser reprovados por Deus. Deixe-me dar alguns exemplos. Um conceito mundano muito comum é: "Eu fui o escolhido para ser líder, então devo ser melhor que os demais que não foram escolhidos". Isso pode até ser verdade no mundo, mas não no Reino de Deus. Aqui o pensamento é completamente oposto. Um líder espiritual conclui: "Há tantos outros melhores que eu e ainda assim fui escolhido, preciso ser humilde e grato por isso". Você consegue perceber como rejeitar o pensamento do ego é fundamental?
Outro conceito muito comum é: "Meu irmão foi disciplinado e eu não, então eu sou melhor que ele. O outro líder de célula está passando por muita tribulação e eu não, então sou mais abençoado que ele". O pensamento de líderes do Reino deveria ser: "Não sou melhor que meu irmão; se ele está sendo disciplinado, é melhor eu colocar a minha barba de molho".
Se não formos quebrados em nosso desejo de sermos aceitos e aprovados pêlos homens, o nosso ego produzirá desencorajamento e prostração em nossa liderança. Como isso acontece? Em vez de termos pressão e encargo pela salvação das almas e a edificação dos irmãos, ficamos angustiados pensando que, se não multiplicamos a célula, a nossa reputação como líder será destruída. Se não tivermos um bom relatório para prestar, seremos envergonhados. Assim, a nossa preocupação fica inteiramente em nós mesmos, totalmente focada em nosso ego. Nesse ponto, os membros da célula se sentem usados e ressentidos pela vaidade do líder. Líderes espirituais sabem que grande parte das pressões que enfrentam é por causa do seu desejo de ser reconhecido, visto, amado e honrado.
Todos nós sabemos que alguns pais disciplinam os seus filhos muito mais pelo que os outros vão pensar ou dizer deles do que para honestamente instruírem e livrarem seus filhos do erro. Muitos líderes estão mais interessados no reconhecimento e benefícios que eles terão através da célula do que na edificação dos irmãos. O resultado do controle do ego pode ser trágico. Vejamos alguns sintomas de quando isso está acontecendo.
1.    Você começa a se considerar acima das regras e direções da igreja que se aplicam aos outros líderes de maneira geral. Acha-se no direito de fazer como considera melhor na sua célula.
2.    Você não conhece o preço pago, mas afirma arrogantemente: "Se o líder fulano fez, eu posso fazer também".
3.    Você acha que não deve explicações e nem desculpas aos irmãos da célula.
4.    Pensa que não precisa responder pêlos seus atos, nem prestar contas ao seu discipulador.
5.    Arrogantemente, presume que se algo der errado você não precisará reconhecer seu erro.
6.    Acredita que a culpa pêlos problemas ou fracassos da célula é sempre dos outros, porque se vê como alguém muito mais capacitado que os demais. Alguém assim embriagado pelo ego vive no engano completo. Mas basta um pouco de luz do Espírito e um tratamento de que­brantamento para voltarmos de novo ao lugar de vitória. Não há como liderar uma célula sem amar os irmãos, pensar no bem deles, ter cuidado por eles, e negar-se a si próprio por causa deles, dando-lhes tudo o que você tem recebido pelo Espírito. Se alguém não consegue negar-se a si mesmo em beneficio dos outros, lhe será impossível conduzir alguém no caminho espiri­tual. Aprenda a dar aos outros o que você tem, ainda que se sinta como se nada tivesse. Então o Senhor começará a derramar-lhe a Sua bênção. Deus certamente tratará com o nosso ego.
O líder que Deus usa é aquele que não serve para o mundo. Deus usa apenas vasos quebrados, mas para o mundo é uma vergonha ter vasos remen­dados em uma sala. Todavia, Paulo diz que os vasos são de barro para que a excelência do poder seja de Deus e não do homem. Nesse processo, Deus destrói nossa reputação diante do mundo antes de nos usar. Em nosso conceito natural, nós podemos pensar que, antes de usar um homem, Deus faz que ele seja reconhecido. Mas quando vemos a história de homens de Deus, notamos que o caminho é bem diferente. Antes de Deus exaltá-los, eles foram conduzidos em um caminho de humilhação e quebrantamento. É interessante ver como Deus destrói a glória do homem antes de poder usá-lo. O próprio Senhor Jesus foi reputado como en­ganador do povo, amigo de pecadores, comilão e beberrão. Isso gera liberdade porque alguém sem glória humana não tem nada a perder e nada a defender. Para que dependamos exclusivamente dEle o Senhor nos leva ao fim de nós mesmos e de nossas habilidades. Antes de usar-nos Deus faz questão de remover aquilo em que confiamos. Deus desacredita nossos recursos naturais ao ponto de podermos confiar unicamente nEle.

Do livro “21 DIAS NA VIDA DE UM LÍDER DE CÉLULA” de autoria de Aluizio A. Silva (Pr.da Igreja Videira).










SANTA CONVOCAÇÃO
NA VIDA DE UM LÍDER DE CÉLULA
5º.DIA – O HOMEM QUE DEUS USA
Nós estamos aqui para edificar um Reino. Mas cada centíme­tro de espaço que avançamos implica em uma demanda contra o reino das trevas. Não há territórios neutros; para que o Reino de Deus cresça, o outro reino precisa diminuir. Jesus disse que, nas coisas espirituais, não há meio termo: ou somos por Ele ou contra Ele, quem não ajunta certamente espalha, ou estamos ajudando a construir ou fazemos parte da equipe de demolição. Essa é a realidade das coisas do Espírito.
Nessa obra de conquista, precisamos de líderes que sejam va­lentes de Deus. Mas a valentia espiritual não é a mesma do mundo natural. A força de Deus se manifesta na fraqueza. A vida cristã é um grande paradoxo.
Nós trabalhamos no descanso. Muitas vezes caminhamos mais quando ficamos parados. Só recebemos quando damos. Somos exaltados quando nos humilhamos. Temos mais fome quando comemos. E, apesar de termos de tomar a cruz, sabemos que o jugo de Cristo é leve e suave. Nosso Reino não é desse mundo e as suas leis também não são desse mundo. Nós não lutamos segundo as regras da vida natural. As nossas estratégias de guerra não são de acordo com a mente do homem sem Deus. Nesse mesmo princípio, vemos que o homem que Deus usa é paradoxal e incompreensível ao homem natural. É por isso que Jesus disse que aquele que é nascido de Deus é como o vento, não se pode defini-lo pela a mente natural (João 3.8). Paulo disse que o homem natural não entende as coisas do espírito, por isso ele não é capaz de entender a nossa forma de viver.

1.O HOMEM QUE DEUS USA É FRACO
“E, para que não me ensoberbecesse com a grandeza das revelações, foi-me posto um espinho na carne, mensageiro de Satanás, para me esbofetear, a fim de que não me exalte. Por causa disto, três vezes pedi ao Senhor que o afastasse de mim. Então, ele me disse: A minha graça te basta, porque o poder se aperfeiçoa na fraqueza. De boa vontade, pois, mais me gloriarei nas fraquezas, para que sobre mim repouse o poder de Cristo. Pelo que sinto prazer nas fra­quezas, nas injúrias, nas necessidades, nas perseguições, nas angústias, por amor de Cristo. Porque, quando sou fraco, então, é que sou forte”. (2 Coríntios 12.7-10).
A Palavra de Deus é muito clara: o poder somente se manifesta na fraqueza. Mas qual é a fraqueza que produz força? Seria a fraqueza da carne? A fraqueza dos inconstantes e dos que constantemente caem no pecado? Certamente que não, é antes um tipo de fraqueza que agrada a Deus. A aparente fraqueza do pecado é na verdade muita força. É preciso muita força para guardar um ressentimento, por exemplo. Já pensou quanta energia é necessária para se guardar um ressentimento? A pessoa precisa se concentrar para ficar lembrando o agravo e a ofensa. Depois, ela precisa de uma grande força de vontade para manter vivo o desejo de vingança e o sentimento de amargura.
Somente alguém muito forte é capaz de levar o peso da amargura e do ressentimento por muito tempo. E, no entanto, elas são chamadas de pessoas fracas. Mas quem é realmente fraco? É aquele que não suporta a angústia de saber que está ressentido e separado de alguém. É aquele que rapidamente se rende a Deus e procura se reconciliar com o irmão.
Qualquer pessoa reconhece que é preciso força para conviver com o pecado. Andar com um sentimento de culpa exige uma grande quantidade de energia. É preciso ser muito forte para aguentar a depressão resultante, o mau humor, a irritação e o peso na alma. Quantas pessoas convivem com a culpa por anos a fio e nada fazem para resolver. Será que elas são fracas? Antes são incrivelmente fortes. O fraco é aquele que rapidamente confessa o seu pecado e busca refúgio na presença de Deus por meio do sangue de Jesus. Quem é assim fraco não tolera aquela sensação de que a comunhão com Deus foi quebrada, ele não consegue viver sem sentir a presença de Deus. Esse é o fraco que é forte.
Outra expressão de uma força extraordinária é a disposição de trabalhar para Deus sem unção. Quantos de nós mantemos um trabalho aparentemente espiritual por anos a fio exclusi­vamente na força do nosso braço, sem depender do poder de Deus. A cada dia a angústia daquele trabalho nos consome, mas continuamos mesmo assim. Não vemos nenhum fruto, mas pensamos que seria fraqueza admitir que haja algo errado em nossa obra. Essas pessoas são tão fortes que jamais admitiriam serem incapazes de fazer a obra de Deus. E, no entanto, somente quando houver essa rendição, poderão receber de fato a força de Deus pelo Espírito.
É triste ver alguns tentando fazer a obra de Deus como quem empurra um carro ladeira acima, enquanto o tanque poderia estar cheio do combustível celestial e o carro andando sem esforço. Renda-se hoje! Chega de ser forte na alma, na carne, no braço.
Toda a assim chamada "fraqueza da carne" exige uma grande dose de energia e só os fortes a possuem. Por isso precisamos ser fracos e frágeis diante de Deus. Quanto mais rápido chegarmos ao fundo do poço da nossa alma e do nosso esforço próprio, mais rápido gritaremos por socorro e veremos o poder de Deus. O fundo do poço pode parecer estar perto do inferno, mas, se clamarmos a Deus, ele pode ser o começo do céu. Isso porque, ali, a única opção que nos resta é olhar para cima.
Você que é líder precisa chegar ao ponto de se render ao Senhor e dizer: "Não consigo. Por mim mesmo essa obra não pode ser feita". Para alguns dizer isso é um ato de incredulidade, mas só podemos ter fé nEle depois que perdemos a fé em nós mesmos. Enquanto confiamos em nós, não precisamos confiar nEle. A verdadeira rendição, porém, não é assumir que não consegue, dar de ombros e simplesmente dizer que não fará. A verdadeira rendição do líder é assumir que não pode e, então, buscar o poder para que a obra seja feita. Não é desistir de fazer. É desistir de fazer por si mesmo.
Se não temos poder, é porque não temos sido suficientemente fracos. O problema é que há força demais em nós.
Quando nos reconhecemos fracos, nossa primeira reação é buscar mais, orar mais, simplesmente porque dependemos da força dEle. Na verdade, os fracos clamam rapidamente por socorro. Só os fracos são dependentes. Só os fracos provam do poder de Deus. Deus não usa a força humana para edificar Sua obra. A verdadeira obra de Deus é aquela que é feita na força dEle.


2.O HOMEM QUE DEUS USA É POBRE
Jesus disse: "Bem aventurados os pobres de espírito, porque deles é o Reino dos céus" (Mateus 5.3 — ARC).
Além do fraco, Deus somente usa o pobre. Mas, assim como a fraqueza que agrada a Deus não é a fraqueza da carne e do pecado; a pobreza que agrada a Deus não é necessariamente a do dinheiro, mas aquela atitude de reconhecer que nada possui de si mesmo. Para Deus, ser pobre ou rico são dois tipos de atitudes diante dEle. Assim, é possível alguém ser pobre, mas ter a atitude arrogante de um rico e também é possível ainda que muito raro um rico ter a simplicidade de um pobre diante de Deus.
Mesmo não se tratando de pobreza financeira propriamente dita, podemos analisar certas atitudes de um homem pobre e encontrar aquelas virtudes de alguém que é pobre de espírito.
Antes de tudo, o pobre é consciente de sua carência e necessi­dade. Por não ter a quem recorrer, ele clama a Deus rapidamente. Quando, porém, temos a atitude de rico, não dependemos de Deus e nos julgamos abastados como a igreja de Laodicéia. Deus rejeitou aquela igreja porque ela se julgou rica quando na verdade era pobre. "Pois dizes: Estou rico e abastado e não preciso de coisa alguma, e nem sabes que tu és infeliz, sim, miserável, pobre..." (Ap 3.17). Consegue ver aquí o paradoxo? Quem se julga rico não possuí coisa alguma na verdade.
A segunda característica mais marcante do pobre é que ele reco­nhece sua dependência dos outros. O pobre nunca é individualista. Já observou como pobres sempre moram perto da família e de parentes? Fazem assim porque sabem que não podem sobreviver sozinhos. Como podemos ser uma igreja viva com células prevalecentes se presumimos que podemos sobreviver espiritualmente sozinhos? Somos pobres de espírito quando reconhecemos que precisamos dos irmãos e rejeitamos nosso individualismo.
Mas, quanto mais a pessoa adquire uma atitude de rico, mais ela se isola, vive sozinha porque presume não precisar de ninguém. Você consegue perceber o tipo de líder que Deus usa? É aquele que por ser pobre de espírito reconhece que não pode caminhar sozinho.
Os pobres não depositam a sua confiança em coisas, mas em pessoas. Pobres não têm coisas para se apoiar, por isso eles se apoiam em pessoas. As amizades e os relacionamentos são os únicos bens que eles possuem, até porque são os únicos a quem podem recorrer no dia da aflição. Mas ricos valorizam coisas; as pessoas, para eles, são coisas também. Se quer ser um líder usado por Deus, seja pobre de espírito e reconheça que os irmãos da sua célula são o seu verdadeiro patrimônio. O pobre não tem um senso exagerado de importância pró­pria. Ele não se vê como alguém importante e digno de nota. Não tem grandes expectativas, por isso se alegra com pequenas deferências e se sente importante até por causa de um simples aperto de mão. Para ele, tudo é um privilégio; mas, para o rico, tudo é merecimento sempre exigindo uma atenção especial. Daí você já percebe qual atitude agrada a Deus. O pobre consegue esperar e exercer paciência. Na verdade, essa talvez seja a sua maior característica. Um pobre consegue ficar horas na fila para ser atendido pelo médico. Esse treinamento faz que ele seja paciente. Mas, quanto mais rico ficamos, mais importante nos sentimos e mais rápido queremos todas as coisas. Aquele que é pobre de espírito sabe esperar em Deus, mas também sabe esperar aquele irmão mudar e aquele outro crescer.
Mas o líder que não é pobre de espírito é imediatista e exige que tudo aconteça rapidamente.
Para mim, no entanto, a melhor definição é que o pobre é aquele que tem pouco ou nada a perder. Enquanto você julga ser ou ter alguma coisa, ainda não sabe o que é ser humilde e pobre de espírito. Somente os pobres de espírito desfrutam das coisas do Reino dos céus. Muitos não lideram porque têm coisas a perder.
Não há como ser um líder espiritual sem ter perdas, mas, quando se é pobre de espírito, fica-se muito mais simples porque temos pouco ou nada a perder. Para ser esse líder bem sucedido, você precisa abandonar a atitude do rico que é independente, individualista, que não precisa de nada e nem de ninguém, que se acha importante e tem coisas perder. O Senhor resolveu subverter completamente a nossa lógica humana caída, pois Ele determinou que o Reino é concedido ao pobre e não ao rico; ao fraco, não ao poderoso; aos pequeninos, não aos heróis que pensam poder alcançá-lo pela própria bravura; não ao fariseu que se acha santo e merecedor, mas aos pecadores, que batem no peito e clamam pela misericórdia de Deus.
Quando digo para você que Deus somente usa aquele que é pobre não quero que você pense ser da vontade de Deus que vivamos na pobreza. Não há virtude na pobreza, na necessidade, na fome e na carência. Deus certamente tem para nós suprimento e prosperidade, nunca permita, porém, que seu coração perca aquela humildade própria daqueles que não possuem outro recurso senão clamar a Deus.

3.O HOMEM QUE DEUS USA É AQUELE QUE NÃO SERVE PARA O MUNDO
“Irmãos, reparai, pois, na vossa vocação; visto que não foram chamados muitos sábios segundo a carne, nem muitos poderosos, nem muitos de nobre nascimento; pelo contrário, Deus escolheu as coisas loucas do mundo para envergonhar os sábios e escolheu as coisas fracas do mundo para envergonhar as fortes; e Deus escolheu as coisas humildes do mundo, e as desprezadas, e aquelas que não são, para reduzir a nada as que são; a fim de que ninguém se vanglorie na presença de Deus”. (I Coríntios 1.26-29).
Deus não pode usar aqueles que julgam ser alguma coisa porque Ele deseja que Cristo seja tudo em todos. Gosto da frase em que Paulo diz que Deus escolheu aqueles que não são.
Tenho certeza que ele tinha em mente aqui o nome de Deus revelado a Moisés lá no monte Sinai. Ali, Deus disse que Ele é o "Eu Sou". Assim Deus escolhe os que "não são" para que Ele seja o único "Eu Sou".
 Nós somos apenas instrumentos nas mãos de Deus. Quando você chega diante de uma grande obra de arte, você não se lembra do pincel usado pelo pintor, nem tece grandes elogios ao cinzel usado pelo escultor.
Como eu disse no começo, os valores do Reino dos céus são o oposto do pensamento desse mundo. O mundo valoriza o vaso inteiro; mas o homem de Deus é o vaso quebrado, o caco. Aquilo que é desprezível para o mundo é que se torna aceitável diante de Deus. Vasos quebrados não servem para nada a não ser para realçar o tesouro que Deus colocou lá dentro.
O mundo valoriza os fortes, mas Deus usa os fracos para que Cristo seja a nossa força. O mundo valoriza os gênios e os

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